Cotidiano

Vivendo, como sempre

Vago pelo espaço, como de praxe.
Não havendo como ser diferente
É a vida tradicional, o ciclo.

Sem apegos e amores,
Livre de pensamentos fixos
Além dos vícios adquiridos
E os poemas a serem escritos

Enquanto estudo profundamente
Na reta final, para então gritar:
"Passei, porra! Passei!"

Que assim seja, felizmente espero.
Seguindo-se de um tédio convencional
Passageiro como o sofrimento letal
Para então entregar-me as letras.

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