O trânsito
De gente,
De veículos
É serviçal.
As luzes
Que mudam toda hora
São supremas...
Verde, Amarelo, Vermelho!
Pare!
O semáforo ordena.
E ele, inocente!
Nem sabe o ódio
Que tantos acumulam
Sobre si.
Até lhe darem olhos
E uma câmera
Fotográfica,
Para dedurar
Infratores.
Comentários
Comentando por livre e
Comentando por livre e espontânea pressão, vou contar uma história.
Quando eu era guria meu pai chamava essas câmeras de Chupa-cabra e vivia dizendo "rapaz... essa sinaleira tem chupa-cabra". Eu acreditava piamente que existia um mostrengo atrás na sinaleira querendo comer criancinhas. Tanto que eu evitava contato direto com a sinaleira, com medo de poder enxergar o bicho, além de evitar passar por aqueles lugares, rsrs...
Nada ver com sua poesia, né? Dude...tofu!
@ Maria: Rapaz, é sobre
@ Maria: Rapaz, é sobre semáforos, então hehehe, beleza. Mas si... chupa-cabras são comunistas? :O
Muito bem feito^^... Ficou
Muito bem feito^^...
Ficou bom...
Pegar a "rotina" do cotidiano e transforma-la em poesia...
Sinceramente, acho que tudo que existe eh uma poesia em si...
basta abrirmos nossos olhos e exergar alem, kkkkk
Parabens....
(obs: e obrigado pela visita no meu blog^^
volte sempre!)