Com a morte ossada numa mão
E o chicote da dor em outra
O mestre do circo faz espetáculo.
Leões pulam círculos de fogo,
Elefantes equilibram-se em bolas
E macacos dançam, alegremente,
Ao som dos aplausos insurrecionadores
De uma plateia de cegos, que não querem ver
O que pagam para acontecer
Nos porões sofridos, cujos corredores
Ressoam granidos e gemidos,
De sofrimento animal, inaudíveis.
Em nome de entretenimento fútil,
Vergonha de nossa espécie,
Que rega dor anti-ética.
Negando a vida descente
A inocentes que só conhecem
Tortura e ignorância.
Comentários
Eu sei que quando nós
Eu sei que quando nós ficarmos menos jovens vc irá lançar um livro com sua coletânea. "Um hobby de anos", vc dirá. E será um daqueles influentes na opção dentro do Direito que vc escolher. Ai vão finalmente tirar cadernos negros da UFBA e botar sua coletânea. Com inveja, a UFRGS (ou UFRS?) fará o mesmo.
@ ungrateful: Rapaz, é idéia,
@ ungrateful: Rapaz, é idéia, é idéia... é UFRGS mesmo.
bom ponto, samory é
bom ponto, samory
é importante pouco abordado e tratado com desdém, fale mesmo, fale mais
muito bom, hein? pagamos por
muito bom, hein? pagamos por essa merda! (por isso que vc leu meu texto quilométrico... tem que ter algum motivo.. haha. ;D)
[...] ser meu primeiro
[...] ser meu primeiro podcast. Basicamente é esse anúncio aqui e eu recitando — porcamente [sic] — Dor em Circo de Animais. Não escaldem-me pela péssima qualidade de áudio e por minha voz, não gosto dela… [...]